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riscos_e_rabiscos

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Estou indignadíssima!!!

Então não é que o anormal do administrador do prédio da minha mãe teve o desplante de vir tocar à porta dizer que lhe tinham feito queixa de que aqui cheirava a cão?!?!

 

Obviamente que tem que cheirar a cão, mora aqui um!!! Mas eu sei quem fez queixa... foi a cabra da gaja que lava aqui a escada que está sempre a dizer mal de tudo. E o cão não a grama e sempre que ela está a lavar a escada ele põe-se alerta e assim que ela toca na porta, ladra-lhe.

 

Que pena não ter sido eu a abrir a porta. Foi a minha mãe quem lá foi e eu não me apercebi da conversa, senão tinha lá ido discutir, levava uma corrida que se faz favor! Ter a lata de vir aqui INCOMODAR-NOS de propósito por causa disto? Fokas! É preciso ter meio metro de altura e dois de estupidez, como é o caso do administrador. Cheira-lhe a cão e não lhe cheira aos gatos que as minhas vizinhas têm, que por acaso são mais de dois?

 

Caso não saiba, da porta da rua para dentro ninguém tem nada a ver com o que se passa aqui, chama-se a isso domínio privado. Desde que não viole a lei, ninguém tem nada a ver com isso. Estou possessa!!! Com um nó enorme no estomago dos nervos com que estou!

 

P.S. - Esqueci-me de dizer duas coisas: 1º as janelas estão todas abertas dia e noite; 2º o anormal ainda deixou uma "ameaça" à minha mãe: "veja lá isso..."

Fim da semana, início de outra!

E voltámos de novo à segunda-feira. E sinto-me toda partida e cansada. Mesmo boa para, de tarde, ir crucificar alunos, que é como que diz, colocar cruzinhas nas avaliações dos meus crianços.

 

Foi um fim de semana sem nenhum acontecimento extraordinário. Passámos da chuva ao sol, o que significou ficar com o carro todo c*gado de água com terra, do frio ao calor, fomos roubados numa hora de sono (eu penso que o meu cansaço se deva a isto), fiz dois bolos, um dos quais ficou do tamanho de uma roda de tractor (devia ter tirado foto.. :/). E não, não os comi, recambiei-os: metade para cada casa.

 

Terminei o fim de semana com uma "#$=$%$=% de uma enxaqueca que me fez uma visita surpresa. Só faltou mesmo aparecer a melhor amiga da minha enxaqueca, a menina alergia. Mas ouvi dizer que ela tinha ido passear para outro lado e, só por esta vez, safei-me!

 

Ora digam lá que esta não é vidinha boa... 

Pobre bichinho, teve de tirar uma soneca depois de roer uma pontinha a um dentastix! Trabalho árduo este, não?
Ah, e só por causa das coisas, o Pimentinha é um "menino", não é uma "menina", apesar dos penteados que eu às vezes lhe faço!
Acho que se nota bem... nem que seja à lupa!
{#emotions_dlg.blink}

Nem os animais ficam indiferentes..

...a certos talentos, digamos assim.

 

Estou eu aqui como todo o meu entusiasmo e com tampões para ouvidos nas mãos a ver o novo programa dos Ídolos, quando começam a surgir os já famosos denominados "cromos".

 

Assim que se começa a ouvir um deles, o meu Bóbi desata a ladrar como se tmabém estivesse a fazer um teste no programa.  Agora a minha dúvida é: o cão ficou "sensibilizado" com tamanho micro talento ou ficou altamente perturbado com a prestação? Humm..

 

O tal artista que pôs o meu Bóbi a ladrar foi o segundo que aparece... Bom, não é?

 

As Pérolas da Minha B.

De vez em quando, a minha mãe vai buscar a minha B. à escola. Para ela é uma felicidade porque ela sente-se como em sua prórpia casa e é tudo e todos dela, inclusivé o Bóbi de quem se intitula "sua dona".

 

Ela manda e desmanda em todos, faz-me autênticos interrogatórios com rajadas de cerca de duzentas perguntas por minuto e inventa sempre grandes conversas, com coisas do arco-da-velha.

 

Os grandes visados com as suas opiniões e ordens, são o meu pai e o cão. 

 

Hoje, estava ela comigo e com a minha mãe, quando o Bóbi se junta a nós. Se o cão a adora, ela também gosta muito dele e anda sempre de volta   dele. E com isto ele pensa que ela lhe está a dar confiança e depois quer ir dar-lhe beijos e brincar com ela, e ela depois não quer.. É tipo pescadinha de rabo na boca, estão a ver?

 

Às tantas a minha mãe diz-lhe:

 

Mãe: B., deixa o cão!

B. : Quem é o cão? - pergunta ela muito admirada.

Mãe: É o Bóbi... - diz a minha mãe meio a rir-se.

B. : Ó tia o Bóbi é um cão?!? - pergunta ainda mais admirada, como se fosse a coisa mais estapafúrdia ao cimo da terra.

Mãe: Siiiimmmm...

B. : Porque é que é um cão? Porque é que não é uma pessoa? - pergunta a B. realmente intrigada.

 

Eu, que já não me aguentava de tanto rir, respondi-lhe:

 

Eu: Porque é um animal...! - e desatei à gargalhada.

 

Mas eu percebi este espanto todo. Acredito que para ela o Bóbi é um elemento da família como outro qualquer, como se fosse um outro primo, embora ligeiramente diferente. Por isso, naquela cabecinha de criança inocente, nunca imaginou que o Bóbi não fosse uma pessoa e sim um animal. 

Do Amor.

 

Sei que existem algumas pessoas que gostam de mim. E também tenho a certeza que tenho alguns animais gostam. E não me refiro a pulgas, melgas ou mosquitos!

 

Com o meu regresso a casa da mamã, se por um lado deixei o meu bichinho pequenote tristinho porque não percebeu o porquê da nossa separação, por outro lado deixe o meu bichinho grandão feliz da vida. 

E o contentamento foi tanto que me deu várias mordiscadelas de amor, sem magoar, e mais umas trinquinhas nos lóbulos das orelhas, a sua parte preferida do meu corpo.

 

Quando chegou a hora de me enfiar debaixo dos lençõis, apercebi-me de uns olhinhos carentes a incidir em mim. Mas como fui para a cama com papelada debaixo do braço e depois espalhei tudo na cama, os olhinhos não sairam do sítio onde estavam.

Como eu nunca mais dava sinal de autorização de avanço para cima da minha cama, o grandão, quem é como quem diz o Bóbi, decidiu que já era tempo a mais e saltou para cima de tudo. Carências!

 

Estava eu já nas nuvens, a sonhar com os anjinhos e prados verdejantes, quando sinto um "braço" em cima de mim. Aconcheguei-me. De repente, desperto sobressaltada! Eh lá, mas que é isto?! O N. não está aqui...!

Virei-me para o outro lado da cama e deparo-me com um cãozão alapado na minha cama, estendidinho ao meu lado, com cabeça na almofada e patinhas a abraçarem-me. O mais engraçado é que ele tinha uma expressão no focinho que parecia estar a rir-se de felicidade.

 

Já não tive coragem de me zangar com ele. Ele gosta de se deitar aos meus pés por cima da roupa mas esta noite as "saudades" levaram-no a deitar-se ao meu lado. And this is canine love...

No dia em que caí da cama...

Adormeci ao som da chuva que caía tocada a vento. Deitei-me com a dor de cabeça que a minha dor de coluna (por causa do vento) me provocou e nem a cabeça conseguia assentar na almofada.

 

Como já vos contei algures em posts mais antigos, o Bóbi gosta de se ir deitar na minha cama aos meus pés. E eu não me importo. Ele costuma fazer isto quando o tempo começa a arrefecer e sente frio. Vai à procura do calor das minhas pernas. Por isso, aos pés da minha cama está sempre uma coberta especial para ele, para que não se deite na minha roupa.

 

Com a baixa de temperatura repentina e com o vento forte, o menino Bóbi deve ter sentido frio e, esta noite, veio para a minha cama. Eu senti a presença dele junto às minhas pernas já de madrugada. Lá dei as minhas reviravoltas debaixo do edredon e continuei o meu sono.

Mais para a frente, o bicho aninhou-se mesmo no meio das minhas pernas que deviam estar semi-abertas ( não me lembro!).

 

Subitamente, começo a sentir o cão a descair para o lado e eu tentei ampará-lo com as minhas pernas. Ele a descair e eu a ampará-lo... Mas quem consegue amparar um canídio de 30 kilos só com uma perna (ele estava mais em cima de uma do que da outra)?!? É claro que isto não ia dar boa coisa...

 

De repente, só digo "Bóbi vais cair" e... catrapumba! Caio eu e o cão no chão! Já viram isto?!? Só me faltava ter partido a cabeça, já agora...

Que mania que este cão tem!!!

 

O Bóbi gosta muito de estar perto de mim. Se estou na cama, gosta de se deitar um bocadinho aos meus pés, se lhe der mais um bocadinho de confiança, estica-se ao meu lado - portanto fica do meu tamanho - e põe-se a arfar de língua de fora como se estivesse a falar comigo.

 

Quando estou no computador, deita-se na minha cama, mesmo à beirinha para ficar próximo de mim e assim eu lhe fazer umas festinhas de vez em quando e ele me ir observando. Pode ser que eu coma qualquer coisinha que, embora ele possa não gostar, quer que eu partilhe com ele.

 

Mas o pior, pior é quando ele se deita debaixo da minha cadeira... Primeiro, ele acha que é minúsculo e que cabe lá debaixo. Estou para ver se algum dia a cadeira, que é de madeira, se parte. Ele apaga cá um susto que até salta pela janela. A parte mais chata é que, com ele deitado debaixo da minha cadeira, não me posso mexer. Humpf!

Segundo, assim que instala confortavelmente, aproveita para "relaxar" algumas partes do corpo. Relaxa, relaxa, relaxa, relaxa... até eu ficar completamente intoxicada! É com cada bomba antónia que até parece que estamos no Carnaval e alguém mandou uma bombinha de mau cheiro!

 

Já sabem, se alguma vez eu estiver muito tempo sem aparecer, é porque - provavelmente - estarei a recuperar nalguma unidade hospitalar na zona das intoxicações e envenenamentos...

Que mania que este cão tem!

 

 

Só eu mesmo!

Tinha o cabelo molhado e fui buscar a parafernália toda, isto é secador e escova, para o secar e esticar.

 

Estava eu de backside para o ar a tentar enfiar a ficha do secador na tomada, quando oiço qualquer coisa "surreal", uma mistura de engasgo com tosse mesmo atrás de mim, no momento exacto em que consigo atarrachar a ficha na tomada. Ao mesmo tempo que dou um enorme salto para trás, passa-me pela cabeça que estou a levar um choque enorme!

 

Mas depois vi que não me tinha acontecido mais nada senão um enorme susto! Mas afinal o que tinha sido aquilo?!? Ora... nada mais do que o menino Bóbi, que se pôs em silêncio atrás de mim e que depois teve um engasgo porque tinha bebido água...

 

Só vos digo que me ia saltando o coração pela boca mas no fim acabei a rir-me da minha própria parvoíce e da situação!{#emotions_dlg.lol}

 

 

O Cão Atropelado.

O autocarro chega à minha paragem e eu preparo-me para descer. À medida que a porta do autocarro se abre e eu vou descendo as escadas, vejo um cãozinho a correr para o meio da estrada, um carro a dar-lhe uma pancada e o pobre bichinho a correr desorientado e a ganir. Estava tão desorientado que tentou entrar para uma porta de escada que estava fechada e onde bateu com a cabecinha com toda a força. Voltou novamente a correr desorientado.

 

Eu fiquei danada porque o filho da put@ que atropelou o bicho, nem sequer teve a dignidade de parar o carro. Não, seguiu o caminho feliz e contente, borrifando-se para o caso. Afinal aqui quem foi o animal?

É claro que eu não podia deixar de ir à procura do bicho. Percebi pelas fracções de segundos em que lhe pus a vista em cima, que o bicho não era de rua (mesmo que fosse, fazia o mesmo). Fui à procura do bichinho e fui perguntando às pessoas da rua - que também viram mas não se incomodaram - se alguém conhecia o bichinho ou o dono. Ninguém conhecia.

 

Fui subindo a rua à procura do bicho e a pensar com os meus botões o que iria fazer caso ninguém conhecesse o dono. Finalmente encontrei o cãozinho. Estava encostadinho ao canto de uma porta da escada cheio de medo. Aproximei-me dele a falar com meiguice e a esticar a mão para ver se ele me deixava fazer-lhe uma festinha. O pobreziznho estava com tanto medo e desorientado que até me deu beijinhos na mão. Eu continuie a acalmá-lo e a fazer-lhe festinhas enquanto contava a quem estava ali o sucedido e perguntava se alguém conhecia o bicho ou o dono.

 

Passados uns minuto aparece uma miúda ao telemóvel. "Já o achei, está aqui", ouvi a miúda dizer e perguntei se era dela. Ela disse-me qualquer coisa mas o discurso era esquisito e a miúda tinha qualquer problema de fala, ficando eu sem perceber se o cão era dela ou não. Só sei que ela me dise que tinha de ir buscar o irmão à escola. Eu disse para ir que eu ficava ali com o bichito. E foi aí que apareceu a verdadeira dona do cão. "Ah ele fugiu-me, soltou-se da trela enquanto eu estava ao telemóvel", disse-me ela.

 

De seguida disse-me, mostre-me lá a trela para ver se é ele. Até me caiu o queixo aos pés e o coração ficou apertado. Então eu não conhecia os meus bichinhos nem que fosse só ao ver uma unha?!?! E mais, o meu Pimentinha até tem uma coleira igualzinha ao do bichinho atropelado e sei que não se solta facilmente porque os metais são fortes. A conversa ao telemóvel é que devia ser tão interessante que a miúda deve ter ido parar ao mundo da lua e esteve a borrifar-se para o resto. Miúdas irresponsáveis que devem pensar que os bichos são peluches!

 

Depois expliquei-lhe o sucedido e disse que tinha sido atropelado. Não se preocupou nada. Pegou no bicho ao colo e nem uma festinha lhe fez. E como o bicho não se queixou a miúda disse "já está bom...". Eu alertei-a que o bicho agora não tinha dores porque estava quente mas quando arefecesse devia começar a mostrar alguma queixa, para estar alerta.

 

E pronto, lá foi a miúda com o tobias - era este o nome e tinha 4 meses - como se nada tivesse acontecido. E eu vim para casa com o coração apertado e apensar que se um bichinho meu fosse atropelado eu estaria em frangalhos. Mas se calhar sou eu que sou parva. Mas não me importo de ser assim.

 

 

O cupcake do Bóbi

 

O meu irmão levou o Bóbi ao seu passeio noturno para que este fizesse as necessidades. Desta vez a minha mãe também os acompanhou porque decidiu ir deitar o lixo fora.

 

Depois de umas belas corridas para esticar as pernas, umas demarcações de território por aqui e por ali, resolve exprimir as suas emoções de uma forma mais "sólida", digamos assim.

 

Como este cão é super inteligente - é pena não haver carcanhol para ir para uma escola de treino - resolveu que aquele "presente" teria de ser feito de uma forma diferente, mais "à humano".

 

Sabem aqueles pinos altos dos passeios? Pois é! O sr. Bobi sentou o seu belo rabiosque em cima de um desses pinos e... aí vai disto Evaristo! Deixou um belo cupcake em cima do pino! Mas de tamanho familiar!

 

Desta vez ninguém apanhou o dito cujo. Ficou lá à espera que o rabo de um cigano se sente lá em cima - é o que eles aqui fazem todo o santo dia - e leve o cupcake agarrado às calças para casa! Hihihhi!

 

E como se esta aventura não chegasse, o sr. Bóbi que estava sentado junto da minha mãe, resolveu presenteá-la com uma ventosidade anal sonora. E foi de taL maneira que a minha mãe sentiu o "vento" e ia desmaiando com o "perfume".

 

Desculpem os pormenores badalhocos mas não resisti a contar-vos isto. Só este cão mesmo!